Checklist: 10 Perguntas Para Saber Se a TI da Sua Empresa Está Exposta a Risco
Sem entrar em detalhe técnico, essas dez perguntas dão um retrato rápido de quão exposta sua empresa está a um incidente de TI. Quanto mais “não sei” ou “não” nas respostas, maior o risco.
As 10 Perguntas
1. Se o servidor parasse agora, quanto tempo a empresa ficaria sem funcionar?
Se a resposta é “não sei” ou “muito tempo”, não existe plano de contingência real.
2. Quando foi a última vez que um backup foi restaurado de teste, de verdade?
Backup que nunca foi testado é uma suposição, não uma garantia.
3. Alguém fora da empresa consegue acessar os sistemas sem passar por VPN?
Acesso remoto sem VPN é uma das portas de entrada mais comuns de invasão.
4. O Wi-Fi de visitante é a mesma rede das máquinas internas?
Se sim, qualquer dispositivo de visita tem, em algum grau, visibilidade da rede da empresa.
5. Existe alguém, só uma pessoa, que sabe todas as senhas administrativas?
Isso é uma “chave de pescoço” — um ponto único de falha grave.
6. O antivírus usado é gratuito, ou tem gestão central corporativa?
Antivírus gratuito não avisa a empresa quando a proteção cai em alguma máquina.
7. Existe uma política que impede pendrives não autorizados?
Se qualquer pendrive pode ser conectado livremente, essa porta está aberta.
8. Os funcionários usam a mesma senha em vários sistemas?
Sem MFA (autenticação em duas etapas), uma senha vazada em um lugar compromete vários.
9. Alguém revisa os alertas e logs de segurança, ou eles só existem sem ninguém olhar?
Um alerta que ninguém lê tem o mesmo efeito de não existir.
10. A empresa sabe onde ficam armazenados os dados pessoais de clientes e funcionários?
Sem isso, não há como proteger — nem como responder à LGPD em caso de incidente.
Como Interpretar o Resultado
Zero a duas respostas de risco: a estrutura de segurança está em nível razoável, vale manter revisão periódica. Três a cinco: existem brechas reais que merecem atenção nos próximos meses. Seis ou mais: a empresa está operando com risco alto, e vale tratar isso como prioridade, não como projeto de “quando sobrar tempo”.